quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Como controlar a anciedade

Camila Aparecida, 26 anos, ficava com as mãos transpirando, não conseguia segurar nada por causa do tremor dos dedos. O coração ficava acelerado. Passava noites no banheiro com dor de barriga.
Momentos assim aconteceram várias vezes na vida dela.

Em alguns deles, a sensação era ainda pior. "Parecia que o mundo acabaria, me dava uma sensação de fraqueza. Eu queria sumir. Só depois de várias sessões com uma psicóloga é que percebi o que eu sentia e entendi como controlar a ansiedade", conta a estudante de contabilidade.

Histórias como a da Camila são comuns, mas se já se sentiu assim, saiba que, antes de tudo,
é preciso descobrir o que desencadeia este processo e lutar para ter autocontrole nas crises.

Segundo a psicóloga Leila Salomão, a ansiedade é uma sensação ou sentimento decorrente da excessiva excitação do Sistema Nervoso Central conseqüente à interpretação de uma situação de perigo. "A ansiedade é muito próxima ao medo . É distinguida dele pelo fato de o medo ter um fator desencadeante real e palpável enquanto na ansiedade o fator de estímulo teria características mais subjetivas", explica.

Para Salomão, o grande sintoma de características psicológicas mostra a interseção entre o físico e psíquico, uma vez que tem claros sintomas físicos como taquicardia (coração acelerado), tremores, tensão muscular, aumento das secreções (urinárias e fecais) aumento da motilidade intestinal (movimentos intestinais involuntários), cefaléia (dor de cabeça).

Quando recorrente e intensa também é chamada de Síndrome do Pânico (Crise ansiosa aguda). "Toda essa excitação acontece decorrente de uma descarga de um neurotransmissor chamado noradrenalina que é produzida nas glândulas supra-renais, lócus cerúleos e núcleo amigdalóide", esclarece a psicóloga.

Origens

A primeira é que a ansiedade poderia ter uma origem genética, ou seja, a pessoa herda de seus ancestrais uma pré-disposição para ter esses sintomas. "Nesses casos as manifestações podem ser bastante precoces, sendo a pessoa desde cedo uma criança agitada, às vezes hiperativa, que chora com facilidade e às vezes até com dificuldade de dormir. A ansiedade precoce também pode se manifestar com a avidez de mamar e numa postura mais teimosa e possessiva ainda como criança", afirma a especialista.

A segunda é uma infância carente e problemática na qual as dificuldades dos pais, mas principalmente da mãe de passar afeto e suprir as carências afetivas da criança, vão fazendo com que ela vá se sentindo insegura, exposta e vá gravando e condicionando um sentimento de que coisas ruins e sensações negativas podem acontecer a qualquer momento.

A terceira é a dificuldade de incorporar fatos e intercorrências novas ou desconhecidas. "O velho ou conhecido sempre traz a sensação de segurança e controle. O novo, por sua vez, tem a capacidade de potencializar a sensação de medo no sentido de que algo ruim ou perigoso pode vir a acontecer", diz Salomão.

Traumas de infância, grandes sustos, perdas afetivas ou mesmo materiais também podem desencadear quadros ansiosos importantes, mas não chegariam a ser causas específicas. "A tentativa de se livrar deste mundo de sensações e sentimentos, que tenha características desequilibradas, desajustadas, são causadoras dos transtornos Obsessivo Compulsivo, Ansioso, Hipocondríaco, Histérico e Fóbico.

Mas como controlar a ansiedade?

Na maioria das vezes, os tratamentos são técnicas de relaxamento, exercícios que levam ao controle da atividade do organismo, como meditação e ioga. "Outras medidas como o sono saudável e atividades prazerosas também funcionam", diz Leila. Fora isso, existem as terapias: cognitiva, comportamental e a interpessoal.

Segundo a psicóloga, são comprovadas cientificamente e têm altos índices de melhora dos sintomas. Para Salomão, as terapias tradicionais podem indiretamente melhorar a ansiedade por meio do autoconhecimento, mas são pouco efetivas em curto e médio prazo. "Também existem medicamentos comprovadamente eficazes no tratamento dos transtornos de ansiedade, principalmente os antidepressivos e os ansiolíticos", diz.

Fonte: Terra

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Câncer de pele

Pele, o maior órgão do corpo.

Não costumamos pensar na pele como um órgão, mas é isso o que ela é: o maior órgão de nosso corpo, responsável pela troca de calor e água com o ambiente, encarregada de proteger os órgãos internos contra bactérias e de captar e enviar para o cérebro informações sobre calor, frio, dor e tato. A pele tem três camadas, a epiderme (mais externa), a derme e o tecido subcutâneo, mais profundo.


A epiderme é bem fina e, por sua vez, tem três camadas: a superior, formada por células chamadas queratinócitos, a média e a mais interna, formada pelas chamadas células basais.

As células basais dão origem aos queratinócitos também chamados células escamosas, que produzem queratina e impermeabilizam a pele. Nesta região existem também os melanócitos, células que produzem melanina, o pigmento marrom que dá cor à pele e cuja função é proteger as camadas mais profundas da pele contra os efeitos nocivos da radiação solar.

Negros e brancos possuem a mesma quantidade de melanócitos, mas as pessoas de pele escura produzem mais melanina, especialmente uma chamada eumelanina, muito eficiente na proteção contra os raios ultravioleta (UV) do sol. É por isso que negros e afro-descendentes têm menor risco de desenvolver câncer de pele.

A derme, a camada intermediária da pele, é mais espessa que a epiderme e abriga as glândulas sudoríparas, folículos pilosos (as raízes dos pêlos), vasos sanguíneos e nervos.

O tecido subcutâneo às vezes chamado de hipoderme é responsável pela retenção do calor do corpo e funciona como um “colchonete”, que absorve impactos e protege os órgãos internos contra choques e pancadas.

Tipos de câncer de pele

O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum e representa mais da metade dos diagnósticos de câncer. São mais de um milhão de novos casos por ano nos Estados Unidos e cerca de 120 mil novos casos no Brasil. Desse total, cerca de 5% são melanomas, os principais responsáveis por mortes por câncer de pele.

Há dois tipos básicos de câncer de pele, os não-melanoma, geralmente das células basais ou das escamosas, e os melanomas, que têm origem nos melanócitos, as células produtoras de melanina. Na maioria das vezes, melanomas aparecem em pessoas de pele clara, no tronco nos homens, ou, em membros inferiores nas mulheres – embora possam surgir em outras partes do corpo também. Apesar de mais comuns em pessoas de pele clara, negros e seus descendentes não estão livres da doença.

Descoberto em seus estágios iniciais, o melanoma é quase sempre curável. Porém, se diagnosticado tardiamente, tende a se espalhar para outras partes do corpo em um processo chamado metástase. Ele é bem mais raro que os carcinomas baso e espinocelular, mas é uma doença bem mais grave.

Diagnóstico:

Em caso de suspeita de melanoma, seu médico irá perguntar quando a mudança em sua pele surgiu, se ela aumentou de tamanho ou mudou de aparência, se alguém mais em sua família teve câncer de pele e sobre a sua exposição aos fatores de risco.

O especialista deverá também observar tamanho, forma, cor, textura da lesão, se ela sangra ou descama. Ele vai checar se há outras manchas e pintas suspeitas e verificar se há inchaço dos linfonodos (gânglios linfáticos), do pescoço, axilas, virilha, que pode indicar que o melanoma se espalhou.

A confirmação ou não do diagnóstico de câncer de pele é feito através de uma biópsia, a retirada de uma amostra de tecido que vai ser analisada ao microscópio. Existem vários tipos de biópsia, sempre feitas com anestesia e a opção vai depender do tamanho da lesão e de sua localização no corpo.

Nos casos de suspeita de melanoma, os especialistas geralmente removem todo tumor durante a biópsia, método chamado biópsia excisional ou biópsia de excisão.

Em alguns casos raros, o melanoma se espalha (metástase) para linfonodos (gânglios linfáticos), pulmões, cérebro ou outros órgãos enquanto a lesão na pele ainda é muito pequena. Quando isso ocorre, o melanoma metastático pode ser confundido com um câncer que teve início nesses órgãos. Por exemplo, descobre-se um câncer que parece ser de pulmão, mas que na verdade é um melanoma que atingiu o pulmão. Nesses casos, as amostras da biópsia são examinadas para ver se trata de melanoma, porque diferentes tipos de câncer exigem diferentes tratamentos.

Prevenção

Não se sabe ao certo o que causa o melanoma, mas há fatores de risco conhecidos associados à doença.

- Exposição prolongada ao sol: expor-se ao sol, principalmente sem proteção de filtros (no mínimo fator 15), favorece o envelhecimento precoce da pele e aumenta enormemente o risco de câncer no futuro.

- Ter pele clara: O risco é bem maior entre pessoas brancas (loiras e ruivas) do que entre as negras – o que não significa que negros não têm câncer de pele, só que é mais raro.

- Ter sofrido grave queimadura de sol: na infância ou adolescência, aumentam o risco de aparecimento da doença mais tarde.

- Já ter tido melanoma: aumenta enormemente o risco de ter outro.

- Pintas: Uma pinta (nevus) é um tumor benigno, mas alguns tipos de pintas aumentam o risco de uma pessoa desenvolver melanoma. Pessoas com muitas pintas, especialmente as grandes, devem consultar um especialista regularmente e ter cuidado redobrado quando expostas ao sol.

- Histórico familiar: cerca de 10% dos pacientes com melanoma têm um parente próximo (pai, mãe, irmãos, filhos) com a doença. Pode ser porque a família tem o hábito de passar muito tempo ao ar livre, porque são todos de pele muito clara ou ambos. Membros dessas famílias devem consultar o especialista regularmente (pelo menos uma vez por ano), aprender a observar a própria pele e ter cuidado redobrado quando expostos ao sol.

O melanoma familial, como é chamado, pode ocorrer também por um defeito hereditário, principalmente quando ocorre mais de um melanoma em um indivíduo ou em parentes de primeiro grau.

- Xeroderma pigmentoso: é uma doença genética rara. Os doentes, também conhecido como “Filhos da Lua” não tem a capacidade de reparar os danos no DNA danificado pela ação dos raios de sol e de algumas fontes de iluminação artificial (emissões de radiação ultra-violeta). Os portadores podem ter vários cânceres de pele, começando já na infância.

- Idade: Melanomas são mais comuns em adultos, mas também podem surgir em pessoas jovens.

- Imunossuprimidos: Pessoas submetidas a transplantes e que tomam drogas para evitar a rejeição do novo órgão correm maior risco de ter melanomas e outros cânceres de pele.

Como evitar a doença:

- Filtro solar e chapéu são as melhores armas para prevenir o câncer de pele. O ideal é evitar o sol, mas, caso vá se expor, que seja antes das 10 horas, ou à tarde, depois das 16 horas, sempre usando filtro solar (fator 15, no mínimo), chapéu e óculos escuros. Use também um protetor labial.

- O cuidado deve ser redobrado com as crianças, porque a exposição exagerada ao sol nos primeiros 20 anos de vida é decisiva para o aparecimento de câncer de pele na meia-idade.

- Uso de filtro solar não vale apenas para a praia, ele deve ser usado no dia-a-dia também, principalmente em áreas do corpo expostas durante passeios, caminhadas, ao fazer exercícios ou em compras ao ar livre.

- A recomendação vale também para aqueles dias de mormaço ou nublados.

- Use óculos escuros – com lentes de boa qualidade. Eles ajudam a proteger a pele delicada da região dos olhos.


Procure um departamento especializado em oncogenética ou oncologia cutânea se:

- Você já teve melanoma
- Se mais de uma pessoa de um lado da sua família tive melanoma
- Você teve melanoma quando jovem
- Você tem um tipo de pinta chamada nevus displásico ou atípico

Há indícios de que algumas famílias com alta incidência de melanoma são portadoras de uma mutação genética.

Tratamento

Nos casos de melanoma, a escolha do tratamento vai depender basicamente da espessura do tumor e de seu estadiamento. Fatores prognósticos relacionados ao tratamento incluem ressecção cirúrgica, mas como não existe um tratamento padrão para os pacientes portadores de metástases disseminadas, a existência de protocolos nos quais esses indivíduos possam ser alocados deve sempre ser verificada.

Excisão simples: melanomas finos podem ser tratados com uma pequena cirurgia para sua remoção. O câncer é retirado juntamente com uma pequena porção de tecido sadio.

Ampliação de margens: se a biópsia retirou uma amostra de tecido e confirmou a existência de melanoma, a pele será retirada e examinada, para verificar se não restou tecido canceroso na região.

Amputação: Se o melanoma estiver nos dedos da mão ou pés, o especialista pode optar pela amputação.

Dissecção de linfonodo ou Linfadenectomia: o especialista vai checar se os gânglios linfáticos próximos ao melanoma foram ou não atingidos pelo câncer, mesmo quando não se apresentam inchados ou endurecidos. Se isso ocorrer, eles são removidos. A remoção dos gânglios pode causar problemas permanentes, entre eles o linfedema. É que os gânglios linfáticos ajudam a drenar fluidos das pernas e braços e sem eles, esses líquidos tendem a se acumular. Por isso, gânglios linfáticos só são removidos se houver a real necessidade. Esta cirurgia pode ser realizada também após a biópsia de linfonodo sentinela. Se houver células cancerosas neste gânglio, os demais nódulos da área são retirados. Se não houver, não há necessidade de remover os demais.

Cirurgia para melanoma metastático: quando o melanoma atinge órgãos distantes, como pulmão, fígado, cérebro, os médicos partem do pressuposto que ele não pode mais ser curado por cirurgia. Mesmo assim, ela pode ser indicada para ajudar o paciente a viver mais ou ter mais qualidade de vida. Em um seleto grupo de pacientes, a cirurgia pode ser considerada curativa, principalmente quando ocorre um tempo razoável (maior que um ano) entre o tratamento do melanoma na pele e o aparecimento de uma ou poucas metástases.

Quimioterapia: é o uso de medicamentos, por via oral ou injetados, para matar células cancerosas em todo o organismo. A quimioterapia é muito útil quando o câncer se espalhou. A quimioterapia mata as células cancerosas, mas também as normais, podendo, eventualmente, produzir alguns efeitos colaterais, entre eles:

- náusea e vômito

- perda de apetite

- feridas na boca

- maior risco de infecções (porque diminui o número de glóbulos brancos)

- risco de sangramento ou hematoma por causa de pequenos cortes ou pancadas

(por causa da redução na quantidade de plaquetas no sangue)
- cansaço (por causa do menor número de glóbulos vermelhos)

A maioria dos sintomas desaparece com o fim do tratamento.

Há vários tipos de quimioterapia que podem ser usados no tratamento do melanoma de estádio IV. Embora ela não funcione tão bem em casos de melanoma quanto em outros tipos de câncer, ela pode melhorar a qualidade de vida e prolongar a vida do paciente.

Imunoterapia: ela ajuda o sistema de defesa do paciente a combater o câncer e pode ser usada em paciente com melanoma avançado:


Imunoterapia: com os interferons, que são substâncias que o organismo produz para combater infecções. Um deles, o interferon-alfa2b, pode ser usado, mas são necessários altas doses e muitos doentes não suportam os efeitos colaterais, que incluem febre, calafrios, dores, fadiga extrema e danos ao fígado e coração. Essa terapia só pode ser conduzida por oncologistas especializados.


Vacina terapêutica: a lógica é semelhante à das vacinas comuns. Células enfraquecidas de melanoma ou substâncias obtidas a partir dessas células são injetadas no paciente para estimular o sistema imunológico a combater as células cancerosas. É difícil “produzir” essas vacinas, que podem ser usadas em pacientes com melanomas em estágio IV. Essa terapia ainda está sendo pesquisada e seus benefícios, avaliados.

Radioterapia: é o tratamento com raios de alta energia que matam as células cancerosas ou fazem o tumor encolher. Ela geralmente não é usada para tratar o melanoma, mas pode ser usada no tratamento do tumor que reaparece, tanto na pele como nos gânglios linfáticos, se ele não pode ser retirado cirurgicamente. Ela também pode ser utilizada para tratar metástases cerebrais ou aliviar dores provocadas por metástases ósseas. Nesses casos, a radioterapia não é usada para curar o câncer, mas para aliviar os sintomas. Tem papel importante também no controle da doença para evitar a volta do tumor após cirurgia de retirada de linfonodos. Em casos especiais em que a probabilidade de o câncer se instalar novamente no local dos gânglios é alta, é possível acrescentar a radioterapia, que diminui o risco deste retorno. Este tratamento, no entanto, cobra um preço – por todos os seus efeitos colaterais - e seu custo e benefício devem ser bem discutidos entre o médico e o paciente.

Bioquimioterapia: esta opção de tratamento é reservada a pacientes jovens e que apresentem condição de desempenho mais preservada. Deve ser apresentada de maneira equilibrada tendo em vista a toxicidade envolvida e a ausência de dados definitivos sobre a eficácia do tratamento.


Estadiamento

Estadiamento é o processo de classificar o quanto o câncer se espalhou e isso determina tanto o tratamento quando as suas chances de recuperação. Os estádios da doença são indicados por algarismos romanos, que vão de zero a IV (4) e quanto maior o número, mais grave a fase da doença.

Há dois tipos de estadiamento para melanomas. O estádio (estágio) clínico, que se baseia nos resultados de exames físicos, biópsia, raios-X, tomografias, e o estádio patológico, que usa todos esses dados mais os obtidos pelas biópsias da pele, dos linfonodos ou outros órgãos.

Quanto mais fino o melanoma, menor o risco de ele se espalhar. A espessura do melanoma também determina a escolha do tratamento. Uma das maneiras de medir a espessura do melanoma é o uso de uma pequena régua especial e o resultado é chamado medida de Breslow.

Outro sistema avalia a profundidade do melanoma em relação às camadas da pele. É o chamado nível de Clark, que usa uma escala de I a V (1 a 5) e descreve quais camadas da pele estão comprometidas pela doença, sendo o I o menor e V o melanoma mais profundo.


Metástases

Uma série de exames podem ser utilizados para verificar se há metástase, se o câncer já se espalhou e que órgãos foram atingidos:

Biópsia Aspirativa com Agulha Fina (BAAF): é utilizada quando se suspeita de metástase do melanoma para pulmão, fígado ou linfonodos. O exame causa pouco desconforto e remove pequenas amostras de tecido para análise.

Biópsia cirúrgica de linfonodo: é a remoção de um nódulo linfático aumentado através de uma pequena incisão. Ela é usada quando se acredita que o melanoma atingiu os gânglios, mas o BAAF não encontra células cancerosas.

Biópsia do linfonodo sentinela: é o método-padrão para saber se o câncer atingiu linfonodos em pacientes com melanoma e quando os linfonodos não parecem clinicamente aumentados. Uma substância radioativa é injetada no melanoma ou na cicatriz da biópsia prévia e uma hora depois os linfonodos são examinados para ver qual deles é o primeiro a drenar a região do melanoma. Durante a cirurgia, novamente uma substância é injetada na lesão, um contraste azul, para que também vá para o primeiro nódulo a receber a drenagem linfática do tumor, que é o chamado linfonodo sentinela. É feita também a biópsia deste linfonodo, chamado sentinela, e encaminhada para estudo anátomo-patológico com cortes seriados, na tentativa de se identificar a presença de micrometástases.

Raios-X: podem ser pedidos para ver se o melanoma atingiu os pulmões.

Tomografia computadorizada: se houver suspeita de que a doença se espalhou para o fígado ou outros órgãos, a equipe médica pode pedir uma tomografia, que nada mais é do que múltiplas imagens de raios-X combinadas por computador, para produzir uma imagem detalhada de várias secções do organismo. O exame demora cerca de 30 minutos, durante os quais o paciente tem de permanecer imóvel sobre uma mesa. Normalmente a tomografia é usada para casos mais preocupantes, como aqueles que tiveram metástase para linfonodos, ou se há algum sintoma que possa indicar uma possível metástase para outros órgãos.

Ressonância magnética (MRI): ele é semelhante à tomografia, mas usa ondas magnéticas e ímãs fortes para produzir uma imagem. É usada principalmente para suspeita de metástases cerebrais.

Tomografia por emissão de pósitrons (PET): PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons) é uma técnica de imagem que revela as alterações do metabolismo celular por todo o corpo. Ela permite a detecção precoce de mínimas lesões tumorais ou novos focos da doença. Consiste na injeção de uma pequena quantidade de radiofármaco (glicose marcada pelo material radioativo Flúor 18 FDG), que após sua distribuição pelo corpo, gera informações únicas, que nenhum outro exame de imagens consegue. A CT (Tomografia Computadorizada) utiliza-se dos recursos de Raios-X e tecnologia computacional para produzir imagens diagnósticas detalhadas que determinam, com precisão, a localização e a forma das lesões num determinado órgão. Assim como a tomografia, o PET é indicado para casos mais preocupantes.


Marcelle Matoso.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Dicas para evitar a acne

Você não está sozinho. Mais de 90% de nós teremos Acne em algum momento de nossas vidas. Muitas pessoas continuarão a ter Acne mesmo na fase adulta de suas vidas.

Existem muitos fatores que contribuem para acne nos adultos: genética, hormônios, o ambiente, estresse e o uso incorreto de produtos para pele. As dicas abaixo ajudarão você, de forma eficaz, manter seu rosto limpo, com uma pele saudável.

TRATE A ACNE

Use algum produto químico ou natural, dependendo do seu caso, para limpeza da pele de modo que limpe os poros e retire as manchas da pele. Limpar o rosto todos os dias com os produtos de limpeza de pele corretos é o primeiro e mais importante passo para uma pele saudável.

Procure enxaguar seu rosto sempre que possível durante o dia, logo após seque-o bem com um pano limpo, mas não esqueça de substituir o pano a cada secagem.

Mantenha o cabelo e suas mão longe do seu rosto. Tanto as mãos quanto o cabelo contêm sujeira e óleos que são transferidos para seu rosto a cada vez que você leva as mãos ao rosto, o mesmo acontece com se você deixar o cabelo sobre sua face.

Seguindo esse passo você conseguirá manter os poros limpos o que é um grande avanço na sua luta contra a Acne facial.

Beba muita água e coma uma deita balanceada com frutas e verduras. Uma dieta saudável é importante para uma pele bonita e a água ajuda banir as toxinas ao mesmo tempo em que hidrata a pele.

Não esprema as espinhas. Isto pode piorar a situação, além de poder contaminar a pele, lesões piores podem se formar na pele. O melhor é manter a Acne sob controle, usando um tratamento natural para Acne todas as manhãs e noites.

Se você tem Acne nas costas e ombros, use roupas que permitam a respiração da pele.

A sua pele reflete a sua saúde e bem estar de um modo geral, por isso, é importante controlar seus níveis de estresse dormindo bem. A sua pele exigem repouso para que ela possa se recuperar.

Exercícios físicos ajudam a reduzir os níveis de estresse e aumentam a oxigenação no corpo, o que é ótimo para pele.

Evite o consumo excessivo de açúcar refinado e suplementos nutricionais que contenham iodo. Seu corpo precisa trabalhar duro para digerir estes açúcares, e estudos revelam que há uma correlação entre açúcar refinado e a Acne.

Café: dose diária de beleza

O café é causador de grande polêmica, principalmente quando falamos de saúde. Mas a grande verdade é que o café vem sendo citado em várias pesquisas como um grande aliado na prevenção de várias doenças, como o diabetes, a enxaqueca, entre outros.

O que é prejudicial, segundo as pesquisas, são os excessos. E quando falamos em excesso, tudo pode ser perigoso para a saúde, não somente o café.

A bebida mais popular do mundo, além de aquecer no inverno, refrescar no verão e ter participado como a mais importante fonte de renda da história de vários países, como a Arábia e o Brasil, agora ganha a versão cosmética.

Quem diria? Café para ficar sempre jovem e bonita!

O Coffe Skin, desenvolvido após anos de pesquisa, é um potente ativo no combate ao envelhecimento facial.

Há quem pense que o café contém apenas ou somente cafeína. Grande engano. O café é rico em minerais como o Zinco, o Ferro, o Cálcio, entre outros, e em aminoácidos e vitaminas, importantes para o metabolismo celular.

Suas propriedades antioxidantes são, comprovadamente, três vezes mais potentes que as do chá verde. É rico em polifenóis e bioflavonóides, que normalizam as funções celulares, protegendo e tratando intensivamente o foto e o cronoenvelhecimento.

O Coffe Skin oferece à pele ação antiede-ma e drenante, podendo ser utilizado no tratamento de olheiras e bolsas, provenientes do cansaço e de noites maldormidas.

Protege a degradação do colágeno e do DNA epitelial, combatendo a ação dos radicais livres.

O Coffe Skin oferece ótimos resultados no tratamento pós-procedimentos cirúrgicos, co-mo descongestionante e antiinflamatório, graças à cafeína vetorizada (penetração percutâ-nea controlada) presente em sua composição.

E então, que tal um cafezinho na sua rotina diária de beleza? Fale com a nossa equipe e tire todas as suas dúvidas sobre os efeitos positivos que o Coffe Skin oferece a sua pele.

Tome bastante água, durma pelo menos 8 horas, faça algum tipo de atividade física e consulte sempre seu dermatologista de confiança.


Fonte: ABIC / Vital Especialidades

Regina Marcondes é farmacêutica da Micenas - Farmácia de Manipulação (11-4521-2450). Formada pela UNESP
Araraquara, com Especialização em Cosmetologia pela Faculdade Oswaldo Cruz.

Maquiagem de divas

Siga as dicas para que sua produção fique divina e você arranque muitos suspiros.

- Para a base fixar melhor:


Acrescente algumas gotas de protetor solar oil-free (sem óleo) nela.

- Para o batom durar mais:

Passe primeiro o batom, depois uma camada de pó sobre ele e, por fim, outra demão de batom.

- Para fazer o contorno labial sem um lápis do tom exato do batom:

Use o lápis de cor um pouco diferente, umedeça sua ponta com vaselina e contorne os lábios. Por fim, passe o batom. O contato do batom com a vaselina no contorno da boca iguala a cor dos dois.

- Para a maquiagem durar mais:

Antes de se maquiar, aplique uma compressa de gelo enrolado em gaze. Com a pele fresca, os poros se fecham e a produção fixa melhor.

- Para uma pele mais fina e natural:

Umedeça uma esponja com água e passe no rosto antes da base e do corretivo.

- Quer cílios maiores?

Aplique o curvex – antes de usá-lo, esquente-o um pouco com o secador; os cílios ficam superarqueados. Em seguida, passe rímel branco e, depois, fixe com o preto. Espere secar por dois minutinhos. Por fim, aplique novamente o curvex, mas de leve, para não marcar ou quebrar os fios.

- Qual é a regra das sombras?

As escuras diminuem os olhos e as claras aumentam.

- O rímel grudou os cílios. E agora?

Embeba uma esponja ou um papel toalha em demaquilante para os olhos e use para apertar delicadamente os cílios, puxando o excesso de maquiagem até as pontas. Penteie os fios com uma escova para cílios limpa.

- Para corrigir sobrancelha falha:

Penteie os fios no sentido contrário ao do crescimento e, com pincel chanfrado e umedecido em água, faça traços finos de sombra, imitando os pêlos que faltam. Volte a pentear os fios no sentido natural. A sombra é melhor que o lápis, que pode borrar com o calor. Também evite o preto – tons marrons dão resultado mais neutro.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Flacidez


A flacidez é um problema que assola a maioria das mulheres! E quando chega o verão e que os corpos estão mais expostos? Vem aquele medo de parecer uma “gelatina feliz” em plena praia ou clube! É um desespero total!

A flacidez da pele resulta de alterações na qualidade da derme, provocadas por mudanças no seu estilo de vida ou por causas ambientais, hormonais ou até mesmo genéticas.

O resultado disso, é uma pele sem firmeza, com ligeira queda, amarelada e até com rugas. O mau aspecto faz com que muitas mulheres fujam das praias e evitem a qualquer custo usar roupas brancas ou muito justas.

A ´´praga´´ atinge mais o corpo das mulheres do que o dos homens, que, aliás, também levam vantagem ao ficar livres da celulite. Tudo isso porque os hormônios femininos favorecem os depósitos de gordura que dão as formas arredondadas ao corpo.

Existem dois tipos de flacidez: a dos músculos e a da pele. Ela geralmente atinge regiões como pernas, braços, seios, abdômen, glúteos, rosto e pescoço.

A flacidez dos músculos ocorre principalmente pela falta de exercícios, quando as fibras musculares ficam atrofiadas e flácidas. Na pele, ela acontece quando as fibras de colágeno e elastina sofrem com a falta de nutrientes e oxigenação. A pele passa a produzir menor quantidade de fibras com o passar do tempo, tanto as de colágeno como as elásticas, favorecendo a flacidez. A musculatura também perde o tônus, o que deixa a pele sem sustentação, tudo agravado pela idade, fumo, poluentes, estresse, entre outros”.


A gravidez também deixa a pele flácida porque exige muita elasticidade. Quando a mulher dá á luz, geralmente ganha estrias e muita flacidez, principalmente no abdome.

Outro fator determinante é a predisposição genética. Algumas pessoas nascem com ela e por mais que pratiquem esportes sofrem com flacidez. Ao longo da vida situações como gravidez, o efeito sanfona (pessoas que engordam e emagrecem) ou a obesidade contribuem para o estiramento excessivo da pele.


E por fim, o próprio envelhecimento, quando acontece a redução na massa muscular, perda da tonicidade e produção reduzida de colágeno.

A melhor forma de evitar a flacidez,ainda é a prevenção.

O uso de filtro solar é um importante cuidado na prevenção da flacidez, pois o sol destrói as fibras elásticas facilitando que a flacidez se instale no corpo. O fumo é outro fator que sujeita a pele à flacidez, por isso o jeito é abandonar o vicio. Um importante coadjuvante na prevenção a flacidez é evitar o famoso “efeito sanfona”. Esses cuidados ajudam a prevenir, mas depois que a flacidez se instala no corpo, pede doses extras de tratamento e paciência.

A alimentação saudável contribui para evitar a flacidez na medida em que você evita excessos e acaba com aquele famoso efeito “sanfona” (não manter o peso, processo de ficar engordando e emagrecendo) e, ao mesmo tempo, tira de seu cardápio alguns alimentos e ou substâncias que favorecem a flacidez como, por exemplo, a gordura, o excesso de açúcar.

O mais importante na alimentação de quem quer acabar definitivamente com a flacidez é comer alimentos que combatem os radicais livres, afastar das gorduras saturadas do cardápio e ter no cardápio alimentos que contribuem para aumentar o tônus muscular!

Para conseguir isso tudo, você precisa evitar alimentos com alto índice glicêmico (massas, doces em geral e algumas frutas – manga, abacate, por exemplo). Esses alimentos movimentam a insulina, hormônio que estoca o excesso de açúcar na forma de gordura no corpo! Os carboidratos de baixo índice glicêmico estão liberados (frutas, hortaliças, leguminosas)!

Já os radicais livres, você consegue combater com a ingestão dos chamados antioxidantes que contém vitamina A, vitamina C, vitamina E, os carotenóides e o selênio. Essas substâncias podem ser encontradas alguns em alimentos verdes, amarelos, frutas cítricas, grãos integrais, tomate, cenoura, folhas em geral, leite, peixes e carnes. Ou seja, se você tiver uma alimentação saudável, rica em fibras, colorida e variada, felizmente, vai garantir a existência desses alimentos no seu prato! Tire da sua alimentação alimentos como os embutidos, enlatados, biscoitos e salgadinhos porque esses liberam radicais livres.

Não deixe de ingerir proteínas! A carne é a maior fonte de proteínas, mas você também pode encontra-la em menor quantidade em cereais integrais, feijões e alguns legumes e folhas. Coma colágeno! Isso mesmo! Colágeno pode ser encontrado em quantidade significativa na gelatina e contribui para fortalecer os tecidos! Mas cuidado se for ingerir gelatina comum, pois possui açúcar e você deve comer nos horários certos, ou seja, no horário que seria o da sobremesa em sua refeição!

Por fim, não se pode esquecer da hidratação do corpo! Beba muita água. Quando o corpo fica desidratado, em geral, o metabolismo cai.

Seguindo um tipo de alimentação contendo esses alimentos citados, você vai garantir a prevenção e melhora do efeito “gelatina” e vai também tratar daquelas celulites que ficam querendo rondar seu corpinho!Mas lembre-se,somente isso não adianta.

Para fazer frente a esse terror feminino, vários tratamentos estão disponíveis no mercado; esses podem envolver estimulação russa, exercícios físicos ou cremes indicados por dermatologista para o uso em casa.Os cremes como ácido retinóico, DMAE, argireline e anti-oxidantes ajudam a recuperar a pele. Os cremes devem ser usados diariamente e, o ácido retinóico, alternado com polipeptídios e anti-oxidantes”.

Os tratamentos feitos com especialistas garantem uma melhora rápida e eficaz, “depois de dez sessões já se vê os resultados. O dermatologista também pode fazer aplicações de vitamina C, procaína e polidocanol, o que deixa o tratamento mais rápido. A musculação combate a flacidez muscular e puxa a pele. Depois de seis meses já dá para ver bem os resultados. A hidroginástica também pode ajudar.É aconsenselhavél que quem prefere optar por cremes firmadores para usar em casa deve começar os cuidados bem cedo para garantir colágeno à pele e que vale abusar da hidratação e das fórmulas indicadas para combater a flacidez.

Uma outra opção, mais tecnológica, é o laser que entra em ação emitindo uma luz que estimula a produção de colágeno através do calor, seu efeito pode ser visto depois de aproximadamente dez sessões, o qual observa-se a pele com um aspecto já melhorado.

Massagem com DMAE - possui princípio ativo com propriedade tensora, rejuvenescendo e reduzindo a flacidez.

Estimulação Russa - choques leves contraem e relaxam os músculos promovendo o enrijecimento.

Bio-orto - através da medicina ortomolecular, repõe nutrientes que estão em falta no organismo.

A cirurgia plástica -é indicada principalmente quando o problema aparece nas mamas, abdômen e na região do rosto.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Tudo o que você sempre fez errado pra sua pele e ainda tem tempo de corrigir

Uma pele boa não é de graça – deve ser conquistada e, a qualquer descuido, ela pode ficar contra você, enchendo-se de manchas e espinhas. E por mais que se fale muito sobre o assunto, a revista ”Allure” fez questão de listar 17 péssimos hábitos que as pessoas desenvolvem no dia-a-dia – e destroem o sonho da pele de porcelana. Diga aí, em quais deles você se encaixa?

1. Pular o uso de protetor solar: todo mundo sabe que precisa, mas muitas vezes sai de casa sem um pingo de proteção!
2. Fumar: estudos comprovam que a cada década um fumante envelhece o equivalente a 2,5 anos – e ganha bem mais rugas do que alguém que não fuma.
3. Beber demais: não precisa de rehab, é só segurar a onda porque o álcool provoca flacidez.
4.Escolher os produtos errados: sua pele é oleosa, sensível, mista ou seca? Não sabe? Então procure saber antes de comprar seus cosméticos!
5. Ignorar seu pescoço e colo: a maioria das pessoas pára os cuidados no queixo e esquece que essas áreas do corpo ficam tão expostas quanto o rosto. E esticar as rugas do rosto é muito mais fácil do que dar um jeito nas do pescoço
6. Não dar importância às pintas: pintas podem causar câncer de pele, por isso é bom ficar sempre atento e observar com um médico em caso de mudanças de coloração e tamanho.
7. Usar pincéis sujos: deu preguiça de lavar os pincéis? Lembre que você pode evitar uma infecção por bactérias.
8. Falar muito ao telefone: dá espinha! Está em choque? Nós também! Mesmo que o telefone esteja limpo, a fricção da pele com o aparelho pode causar as temidas inflamações. A melhor solução pra quem não larga o telefone é usar um fone de ouvido pra papear.
9. Excesso de esfoliação: não adianta encher a pele de produtos abrasivos e esfoliar as células diariamente – troque a freqüência pra 3 vezes por semana. O excesso pode acabar estimulando a produção de oleosidade e propagar as bactérias, causando ainda mais espinhas.
10. Ficar acordado até tarde: é durante o sono que o corpo repara os danos do decorrer do dia. Privá-lo disso diminui a troca de células, podendo causar acne, eczema e psoríase.
11. Não lavar o rosto à noite: se a primeira coisa que você quer fazer quando chega tarde em casa é se jogar na cama, pense duas vezes. Deixar restos de maquiagem e dormir sem lavar o rosto mesmo sem produto nenhum na pele obstrui os poros.
12. Comer junkie food: essa vale pra uma pele linda – e para sua vida. Precisa mesmo explicar?
13. Negligenciar seus olhos: a pele dessa área é supersensível, mas você não lembra disso quando esfrega os olhos sem o menor dó. Tome cuidado e use cremes especiais pra essa região.
14. Espremer espinhas: além de marcar a pele, aprofunda as bactérias da superfície pro interior da epiderme. Quando estiver diante da tentação, pegue um secativo correndo!
15. Pular a academia: exercício físico estimula a circulação de sangue pra pele, melhorando a aparência e diminuindo a tensão.
16. Bronzeamento: a pele reage ao sol produzindo melanina, que escurece as células e pode causar manchas e câncer, além de envelhecimento precoce. Com cama de bronzeamento artificial, o resultado é ainda pior. Se você é adepto, mude pro autobronzeador, uma opção menos pior!
17. Encher a pele de produtos: não adianta gastar todo o seu salário na farmácia, comprando cremes que prometem a pele perfeita. É preciso de indicação de um dermatologista pra não usar produtos com ingredientes que anulem a ação um do outro.

Lilian Pacce